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Hipertensão: conheça suas causas, sintomas e formas de combate

Ter a pressão arterial alta pode levar a uma série de consequências. Entre elas, infartos e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Hoje, você vai entender melhor a hipertensão.

Essa síndrome metabólica eleva os níveis tensionais no sangue e está, geralmente, acompanhada por outras alterações, como a obesidade.

Em 90% dos casos, a hipertensão é herdada dos pais. No restante, pode ser provocada por alguma doença relacionada (distúrbios da tireoide ou glândulas endócrinas, como a suprarrenal).

Porém, outros fatores influenciam os níveis de pressão. Confira:

  • Abuso no consumo de sal
  • Colesterol elevado
  • Diabetes
  • Estresse
  • Ingestão de bebidas alcoólicas
  • Sedentarismo
  • Sono inadequado
  • Tabagismo

Sabe-se, ainda, que a idade é outro fator capaz de aumentar a incidência da hipertensão. Com o passar do tempo, as artérias também envelhecem, e ficam calcificadas, perdendo seu poder de dilatação. São os chamados vasos menos complacentes.

Por isso, a pressão alta tem mais probabilidade de ocorrer. O que faz com que cerca de 70% dos adultos acima de 50/60 anos desenvolvam a doença, que pode ser dividida em três fases. Veja:

  • Estágio 1: acima de 140 por 90/abaixo de 160 por 100
  • Estágio 2: a partir de 160 por 100/abaixo de 180 por 110
  • Estágio 3: hipertensão acima de 180 por 110

Os estágios, aliados a outras condições, tais como histórico de AVC e diabetes, definem o risco de morte cardiovascular do paciente – que pode ser leve, moderado, alto ou muito alto.

Quanto mais alta a pressão arterial, maior a probabilidade de o paciente precisar usar medicamentos para controlar o problema.

Sintomas, diagnóstico e tratamento da hipertensão

Os sintomas de pressão alta costumam surgir apenas quando ela chega a um nível mais complicado. São eles: dor de cabeça, no peito, tontura, fraqueza, sangramento pelo nariz, visão embaçada e zumbido no ouvido.

Para ter o diagnóstico,é preciso aferir a pressão, seja por meio de aparelhos manuais ou automáticos. Mas a hipertensão também pode ser diagnosticada através de equipamentos que fazem aproximadamente 100 medidas de pressão durante 24 horas.

Ela não tem cura, mas tem controle.

E somente o médico pode indicar o melhor método de tratamento, de acordo com cada paciente, pois é preciso avaliar as comorbidades e os padrões da pressão.

Medicamentos para hipertensão

Nem sempre é necessário usar remédios para controlar a hipertensão. Mas se eles forem prescritos, é fundamental aderir completamente ao tratamento, tomando os medicamentos até o final, mesmo quando apresentar melhoras.

Os mais utilizados são: Aldactone, Aradois, Atenolol, Atenolol + Clortalidona, Atensina, Besilato de Anlodipino, Captopril, Captopril + Hidroclorotiazida, Carvedilol, Concor, Diovan, Diurix, Doxazosina, Enalapril, Espironolacton, Furosemida e Hidroclorotiazida.

Vale a pena reforçar: apenas um médico é capaz de escolher o medicamento ideal, a dosagem adequada e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações dele, e nunca se automedique.

E ainda: o uso de fármacos não dispensa a necessidade de adoção de um estilo de vida mais saudável, mantendo o peso adequado e mudando hábitos alimentares quando preciso for.

Também é fundamental utilizar outros temperos para realçar o sabor dos alimentos, ou seja, não abusar do sal; praticar exercícios físicos regularmente; ter momentos de lazer; evitar comidas gordurosas; moderar a ingestão de bebidas alcoólicas; abandonar o cigarro; controlar a diabete.

Cuide-se, e até a próxima!

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